segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Autor da Vida...
Vai, deixa de tristeza e deixa o sonho te levantar, acredite que é possível ainda hoje uma virada, acredite que tudo foi apenas um engano, mantenha a rota do seu barco da vida, não desista novamente, as pedras são apenas restos que a chuva trouxe...
O importante é viver... VIVAAAA!!!!
| s |

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva Incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar.
Estejamos vivos, então!
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva Incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar.
Estejamos vivos, então!
Pablo Neruda
Almas Perfumadas

De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça.
Lambuzando o queixo de sorvete.
Melando os dedos com algodão-doce da cor mais doce que tem para escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende
de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são
invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo
chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal
do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que
conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no
nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de
dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos
Deus está conosco, juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente como VOCÊ que nem percebe como tem a alma Perfumada!
E que esse perfume é dom de Deus.
Carlos Drummond de Andrade
A Vida
janela num dia de sol.
A vida se mostra em toda sua força quando amamos. Quando nos amamos, quando damos um afago, um carinho, um abraço, um beijo, um toque suave ou um sorriso espontâneo.
Às vezes basta um leve aceno com a cabeça para um aparentedesconhecido, ou buscar um pensamento de unidade, de pertencermos, de termos aqui muito amor para doar, agora mesmo, neste instante, onde você estiver, seja o que for que estiver fazendo.
Basta enviar um pensamento de amor verdadeiro para alguém distante, você sabe que chegará lá.
Poderá ser um beijo soprado na palma de sua mão para alguém que precise ou, último, mas não menos importante, levantar a cabeça, olhar pra cima com aquele sentimento bem profundo de agradecimento a quem bolou isso tudo aqui na Terra, mesmo sabendo que na realidade este Ser/Energia cósmica mora bem dentro de nosso peito.
O Ernani
UMA ÓTIMA LIÇÃO DE VIDA!
Certa vez, trabalhei em uma pequena empresa de Engenharia. Foi lá que fiquei conhecendo um rapaz chamado Mauro. Ele era grandalhão e gostava de fazer brincadeiras com os outros, sempre pregando pequenas peças.
Certa vez, trabalhei em uma pequena empresa de Engenharia. Foi lá que fiquei conhecendo um rapaz chamado Mauro. Ele era grandalhão e gostava de fazer brincadeiras com os outros, sempre pregando pequenas peças.
Havia também o Ernani, que era um pouco mais velho que o resto do grupo. Sempre quieto, inofensivo, à parte, Ernani costumava comer o seu lanche sozinho, num canto da sala.
Ele não participava das brincadeiras que fazíamos após o almoço, sendo que, ao terminar a refeição, sempre sentava sozinho debaixo de uma árvore mais distante.
Devido a esse seu comportamento, Ernani era o alvo natural das brincadeiras e piadas do grupo. Ora ele encontrava um sapo na marmita, ora um rato morto em seu chapéu. E o que achávamos mais incrível é que ele sempre aceitava aquilo sem ficar bravo.
Em um feriado prolongado, Mauro resolveu ir pescar no Pantanal. Antes, nos prometeu que, se conseguisse sucesso, iria dar um pouco do resultado da pesca para cada um de nós. No seu retorno, ficamos todos muito animados quando vimos que ele havia pescado alguns dourados enormes.
Mauro, entretanto, levou-nos para um canto e nos disse que tinha preparado uma boa peça para aplicar no Ernani.
Mauro dividira os dourados, fazendo pacotes com uma boa porção para cada um de nós. Mas, a 'peça' programada era que ele havia separado os restos dos peixes num pacote maior, à parte. 'Vai ser muito engraçado quando o Ernani desembrulhar esse 'presente' e encontrar espinhas, peles e vísceras!', disse-nos Mauro, que já estava se divertindo com aquilo.
Mauro dividira os dourados, fazendo pacotes com uma boa porção para cada um de nós. Mas, a 'peça' programada era que ele havia separado os restos dos peixes num pacote maior, à parte. 'Vai ser muito engraçado quando o Ernani desembrulhar esse 'presente' e encontrar espinhas, peles e vísceras!', disse-nos Mauro, que já estava se divertindo com aquilo.
Mauro então distribuiu os pacotes no horário do almoço. Cada um de nós, que ia abrindo o seu pacote contendo uma bela porção de peixe, então dizia:
- Obrigado!
Mas o maior pacote de todos, ele deixou por último. Era para o Ernani. Todos nós já estávamos quase explodindo de vontade de rir, sendo que Mauro exibia um ar especial, de grande satisfação. Como sempre, Ernani estava sentado sozinho, no lado mais afastado da grande mesa. Mauro então levou o pacote para perto dele, e todos ficamos na expectativa do que estava para acontecer.
Ernani não era o tipo de muitas palavras. Ele falava tão pouco que, muitas vezes, nem se percebia que ele estava por perto. Em três anos, ele provavelmente não tinha dito nem cem palavras ao todo. Por isso, o que aconteceu a seguir nos pegou de surpresa. Ele pegou o pacote firmemente nas mãos e o levantou devagar, com um grande sorriso no rosto. Foi então que notamos que seus olhos estavam brilhando. Por alguns momentos, o seu pomo de Adão se moveu para cima e para baixo, até ele conseguir controlar sua emoção.
- Eu sabia que você não ia se esquecer de mim - disse com a voz embargada - 'Eu sabia, você é grandalhão e gosta de fazer brincadeiras, mas sempre soube que você tem um bom coração.
Ele engoliu em seco novamente, e continuou falando, dessa vez para todos nós:
- Eu sei que não tenho sido muito participativo com vocês, mas nunca foi por má intenção. Sabem... Eu tenho cinco filhos em casa, e uma esposa inválida, que há quatro anos está presa na cama. E estou ciente de que ela nunca mais vai melhorar.
Às vezes, quando ela passa mal, eu tenho que ficar a noite inteira acordado, cuidando dela. E a maior parte do meu salário tem sido para os seus médicos e os remédios.
As crianças fazem o que podem para ajudar, mas tem sido difícil colocar comida para todos na mesa. Vocês talvez achem esquisito que eu vá comer o meu almoço sozinho, num canto... Bem, é que eu fico meio envergonhado, porque na maioria das vezes eu não tenho nada para pôr no meu sanduíche. Ou, como hoje, eu tinha somente uma batata na minha marmita.
Mas eu quero que saibam que essa porção de peixe representa, realmente, muito para mim. Provavelmente muito mais do que para qualquer um de vocês, porque hoje à noite os meus filhos..., ele limpou as lágrimas dos olhos com as costas das mãos.
- Hoje à noite os meus filhos vão ter, realmente, depois de alguns anos...'
E ele começou a abrir o pacote...
Nós tínhamos estado prestando tanta atenção no Ernani, enquanto ele falava, que nem havíamos notado a reação do Mauro. Mas agora, todos percebemos a sua aflição quando ele saltou e tentou pegar o pacote das mãos do Ernani. Mas era tarde demais. Ernani já tinha aberto e pacote e estava, agora, examinando cada pedaço de espinha, cada porção de pele e de vísceras, levantando cada rabo de peixe. Era para ter sido tão engraçado, mas ninguém riu. Todos nós ficamos olhando para baixo.
E a pior parte foi quando Ernani, tentando sorrir, falou a mesma coisa que todos nós havíamos dito anteriormente:
- Obrigado!
Em silêncio, um a um, cada um dos colegas pegou o seu pacote e o colocou na frente do Ernani, porque depois de muitos anos nós havíamos, de repente, entendido quem era realmente o Ernani.
Uma semana depois, a esposa de Ernani faleceu. Cada um de nós, daquele grupo, passou então a ajudar as cinco crianças.
Mauro, hoje aposentado, continua fazendo brincadeiras; entretanto, são de um tipo muito diferente: Ele organizou nove grupos de voluntários que distribuem brinquedos para crianças hospitalizadas e as entretêm com jogos, estórias e outros divertimentos.
Em silêncio, um a um, cada um dos colegas pegou o seu pacote e o colocou na frente do Ernani, porque depois de muitos anos nós havíamos, de repente, entendido quem era realmente o Ernani.
Uma semana depois, a esposa de Ernani faleceu. Cada um de nós, daquele grupo, passou então a ajudar as cinco crianças.
Mauro, hoje aposentado, continua fazendo brincadeiras; entretanto, são de um tipo muito diferente: Ele organizou nove grupos de voluntários que distribuem brinquedos para crianças hospitalizadas e as entretêm com jogos, estórias e outros divertimentos.
Às vezes, convivemos por muitos anos com uma pessoa, para só então percebermos que mal a conhecemos.
Nunca lhe demos a devida atenção; não demonstramos qualquer interesse pelas coisas dela; ignoramos as suas ansiedades ou os seus problemas.
Que possamos manter sempre vivo, em nossas mentes, o ensinamento de Jesus Cristo:
" Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros." (João 13:34).
Será que conhecemos as pessoas com quem convivemos?
Cada Ernani sabe o fardo que carrega... portanto, respeitemos o jeito de ser de cada um!!!
A Vaquinha
Um Mestre da Sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas, então se aproximou do senhor, aparentemente, o pai daquela família e perguntou: - Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? E o senhor calmamente respondeu: - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nos vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc. para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: - Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo. O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los. Assim o fez. Quando se aproximava do local avistou um sitio muito bonito, com arvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sitio para sobreviver. Acelerou o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático. Perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu: - Continuam morando aqui. Espantado, ele entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): - Como o senhor melhorou este sitio e esta muito bem de vida??? E o senhor entusiasmado, respondeu: - Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora. |
Ponto de reflexão: Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua e a jogue no precipício. É o único modo de evoluímos.
A Águia

VOCE ESTA PRONTO PARA SE TRANFORMAR EM UMA ÁGUIA?
A águia tem a maior longevidade de sua espécie.
Chega a viver 70 anos.
E para chegar a essa idade tem que tomar uma decisão difícil.
Aos 40 anos. Suas unhas compridas e flexiveis não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta.
Seu bico alongado e pontiagudo curva-se.
Suas asas envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas apontam contra seu peito e voar torna-se muito difícil.
Então, a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um processo doloroso de renovação com duração de 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto da montanha e recolher-se em seu ninho. Ali bate violentamente o bico contra uma pedra até arrancá-lo.
Após arrancá-lo espera nascer um novo bico para então arrancar suas próprias unhas.
Quando nascem suas novas unhas, passa a arrancar suas penas envelhecidas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e viverá então...
Mais 30 anos..
Muitas vezes, temos que nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para continuar a voar um vôo de vitórias, devemos às vezes nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições do passado.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o valioso resultado de uma...
RENOVAÇÃO!!!
A gente se acostuma, mas não deveria...
Eu sei que a gente se acostuma,
mas não deveria.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos
e não ver outra vista que não as janelas ao redor.
E, porque não tem vista,
logo se acostuma a acender mais cedo as luzes.
E, à medida que se acostuma,
esquece o Sol, esquece a amplidão.
mas não deveria.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos
e não ver outra vista que não as janelas ao redor.
E, porque não tem vista,
logo se acostuma a acender mais cedo as luzes.
E, à medida que se acostuma,
esquece o Sol, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir ao telefone:
"Não, hoje não posso ir".
A sorrir para as pessoas, sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado, quando precisa tanto ser visto.
"Não, hoje não posso ir".
A sorrir para as pessoas, sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado, quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes.
A ligar a televisão e assistir comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado.
A ligar a televisão e assistir comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber,
a gente vai afastando uma dor aqui,
um ressentimento acolá.
Em doses pequenas, tentando não perceber,
a gente vai afastando uma dor aqui,
um ressentimento acolá.
Se o trabalho está duro,
a gente se consola pensando no fim de semana.
E, se no fim de semana não há muito o que fazer,
a gente vai dormir cedo,
e ainda fica satisfeito porque tem o sono atrasado.
a gente se consola pensando no fim de semana.
E, se no fim de semana não há muito o que fazer,
a gente vai dormir cedo,
e ainda fica satisfeito porque tem o sono atrasado.
A gente se acostuma a não ralar
na aspereza para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas e sangramentos.
Para esquivar-se da faca, para poupar o peito.
na aspereza para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas e sangramentos.
Para esquivar-se da faca, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida,
que aos poucos se gasta,
de tanto se acostumar e se perde em si mesma.
que aos poucos se gasta,
de tanto se acostumar e se perde em si mesma.
Marina Colasanti
Acredite...
Ao fim de cada dia, considere-o terminado.Você fez tudo o que podia.
Alguns erros e absurdos certamente aconteceram;
Esqueça-os o mais rápido que puder.
Amanhã é um novo dia; comece-o bem, serenamente,
e com o espírito alto o suficiente para não ser influenciado
pelo que aconteceu de errado.
Este dia é tudo o que há de bom e justo.
Com suas esperanças e convites, ele é muito querido para
você perder tempo olhando para o passado.
Ralph Waldo Emerson
É Proibido...
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Cientistas do mundo todo desmentem tese de Hawking
Documentário reúne a opinião de trinta especialistas sobre a criação
O novo livro de Stephen Hawking negando a existência de Deus contrasta com a opinião de mais de trinta cientistas, expressada na recente série de documentários chamada “A Origem do Homem”.
Entre eles, destacam-se os prêmios nobel Christian De Duve e Werner Arber. Alguns são crentes – judeus, católicos ou protestantes.
Entre eles, destacam-se os prêmios nobel Christian De Duve e Werner Arber. Alguns são crentes – judeus, católicos ou protestantes.
A série de nove documentários “A Origem do Homem”, realizada por Goya Produções, investiga o desenvolvimento do universo desde o “Big Bang” até os primatas, hominídeos e o triunfo do “Homo Sapiens”. Busca responder às perguntas: Como nasceu o universo? Surgimos por acaso? Houve uma inteligência que guiou a evolução?
O prêmio nobel Christian de Duve afirma que a teoria de que o mundo é eterno, inventada por Fred Hoyl, mostrou-se falsa. Quem tinha razão era seu professor, Lemaitre, ao descobrir a teoria do “Big Bang”, a explosão que deu origem ao universo.
O professor belga Michel Ghins acredita que a teoria dos “universos múltiplos” foi idealizada para escapar da hipótese de que Deus criou nosso mundo. Mas isso não é uma escapatória, porque “é imaginável que Deus todo poderoso tenha criado essa profusão de múltiplos universos”.
Para o professor italiano Evandro Agazzi, o acaso não explica a existência do mundo. Aqueles que acreditam em tudo a partir de alguma ciência positiva caem numa “atitude reducionista anti-científica”.
O professor de Boston Thomas Glick acredita que os fundamentalistas do materialismo fabricam uma espécie de religião ou metafísica, “mas ninguém confunde isso com ciência”.
Para o professor Arana, da Universidade de Sevilha, “nunca houve oposição entre fé e razão. Mas sempre houve oposição entre duas “fés”: a fé científica, assim dizendo, e a fé religiosa”.
A Bíblia seria compatível com a ciência? O prêmio nobel suíço Werner Arber responde: “Eu posso ler em Gênesis, no começo do Antigo Testamento, que o mundo foi criado em vários períodos, e para mim, esses vários períodos são precisamente evolução”.
Na opinião do pesquisador holandês Cees Dekker, “o método da ciência por si próprio não é cristão nem ateu. Ciência e religião não estão em conflito. E a ciência em si mesma se encaixa muito bem com a visão cristã do mundo”.
A série “A Origem do Homem”, afirma a produtora, “desvenda a exploração ideológica da ciência, e em particular do darwinismo. Darwin foi manipulado a favor do racismo, tanto por parte do marxismo como na Alemanha nazista e nos Estados Unidos. A Igreja católica, por sua vez, não condenou Darwin. A evolução pode ter acontecido dentro da criação”.
Esta série audiovisual expõe “a inconsistência de posições ateias como as de Hawking e Dawkins em um extremo, e a dos fundamentalistas no outro”. Conclui que "não é científico negar o sobrenatural. A ciência natural não capta o que cai fora da esfera material”.
Na internet: www.goyaproducciones.com
Conheça Sete Papas nada santos – Hype Science
7) Papa Clemente VII (1523-1534)
Apesar de ser indiferente à Reforma Protestante (um movimento de reforma na Europa, no qual várias denominações se separaram da Igreja Católica), o papa Clemente VII ficou mais conhecido por outro motivo: estava sempre disposto a mudar seu ponto de vista político para coincidir com o de quem tinha mais poder e riqueza no determinado momento. Ele trafegou entre alianças com a França, a Espanha e a Alemanha, embora tenha se inclinado para as forças políticas francesas antes de sua morte em 1534, depois de comer um cogumelo venenoso. Como resultado de sua fidelidade oscilante, seus críticos, como Carlos V, o compararam a um pastor que tinha fugido do seu rebanho para retornar somente como um lobo.
6) Papa Leão X (1513-1521)
papa Leão X era estritamente contra a Reforma Protestante, movimento inspirado pelo argumento de Martinho Lutero contra os métodos inescrupulosos da igreja de arrecadar fundos baseado no medo das pessoas de não ir para o paraíso. Que cara irônico. O Papa Leão X não só permitia, como incentivava os fiéis a pagarem por seus pecados – literalmente. O líder religioso colocava preços nos pecados dos outros e obrigava-os a dar-lhe dinheiro em troca de sua absolvição. E sim, ameaçava os fiéis de que suas almas não seriam capazes de entrar no céu, se eles não pagassem por pecados como crimes de assassinato, incesto e roubo.
5) Papa Júlio II (1503-1513)
Apesar do juramento do clero de celibato sagrado, Júlio alegadamente tinha várias amantes e, pelo menos, uma filha ilegítima (algumas fontes indicam que ele tinha duas outras filhas, que morreram durante a infância). Em 1511, o conselho fez acusações de atos sexuais indecentes contra ele, alegando que ele era “um vergonhoso sodomita coberto de úlceras”. Embora fosse um fã de artes e esculturas antigas recolhidas, Júlio também teria forçado Michelangelo a concluir a Capela Sistina antes do tempo que o artista pediu. Segundo registros, Michelangelo nunca chegou a terminar o túmulo do papa Júlio, após ele ter morrido.
4) Papa Alexandre VI (1492-1503)
É, não somente o papa Júlio II era um “suposto” clérigo celibatário. Alexandre VI também teve várias amantes, incluindo Giulia Farnese (conhecida como Júlia, a Bela), e teve numerosos filhos ilegítimos com a antiga amante Vannozza dei Cattani (que era casada na época). Seus caminhos hedonistas eram tão descarados que, mesmo com o crime e a violência tomando as ruas de Roma, o papa ocupou-se com comédias, banquetes pródigos e bailes – todos pagos com fundos da igreja católica. Sua vida de playboy não para por aí: surgiram até mesmo boatos de que o papa organizava orgias.
3) Papa Bento IX (1032-1048)
Tal papa foi tamanha calamidade que outros religiosos não pouparam críticas severas à figura. Bento IX ganhou poder e riqueza em uma idade precoce, aos 20 anos, como resultado de laços de sua família com a igreja. Ele herdou o título de papa por ser sobrinho do papa João XIX e pelo Papa Bento VIII. Ele rapidamente desenvolveu uma imagem de “cruel e imoral”. O Papa Victor III escreveu que Bento IX cometia “estupros, assassinatos e outros atos indescritíveis. Sua vida como papa foi tão vil, tão má, tão execrável, que eu estremeço só de pensar nisso”. São Pedro Damião tinha coisas similares a dizer de Bento IX, descrevendo-o como “banquete de imoralidade” e “um demônio do inferno sob o disfarce de um padre”, que organizava orgias patrocinadas pela igreja e participava regularmente de bestialidades. Em seu último ato de corrupção como papa, Bento IX decidiu que queria se casar, e vendeu seu título para seu padrinho por680 kg de ouro.
2) Papa João XII (955-964)
1) Papa Estevão VI (896-897)
Essa talvez a seja a história mais macabra dessa lista. Provavelmente o mais desequilibrado de todos, o papa Estevão VI queria de todo jeito se vingar de seu predecessor, o papa Formoso, por achar que tinha sido injustiçado por ele. Porém, seu inimigo já estava morto. Estevão então ordenou que o cadáver de nove meses fosse exumado, vestido com vestes sagradas papais e apoiado em um trono para ser julgado por seus crimes. Um diácono respondeu em nome do falecido. Estevão se enfureceu e jorrou acusações no defunto, por achar que ele recebeu injustamente o título de papa. O cadáver perdeu o julgamento, e Estevão declarou que ele foi um papa vazio. Ele, então, cortou seus três dedos usados para dar bênçãos e ordenou que o corpo fosse retirado de suas vestes e despejado em um cemitério para estrangeiros. Logo após esse episódio, um terremoto atingiu Roma, destruindo a basílica papal. O cadáver foi desenterrado mais uma vez, e atirado para um rio. Algumas pessoas compassivas o “pescaram” e deram a Formoso um enterro mais adequado. No entanto, o julgamento macabro voltou a assombrar Estevão, pois os danos do terremoto foram tomados como um sinal de Deus. Tumultos e multidões que apoiavam Formoso prenderam Estevão em um calabouço, onde mais tarde ele foi encontrado estrangulado até a morte.
"Essa palavra existe?"
Quando as pessoas ficam sabendo que eu trabalho com a língua portuguesa, e pior ainda, quando descobrem que uma de minhas especialidades é mexer com dicionário, invariavelmente vem a pergunta: "Tal palavra existe?" Minha resposta também é invariável: "Claro, ora, você acabou de dizê-la, por que ela não existiria?" Aí geralmente as pessoas estranham e falam: "Mas eu não achei no dicionário" ou coisa parecida. Eu ainda não consegui entender o encadeamento lógico entre as duas perguntas.
Outro dia eu vi um catálogo de variedades de uvas. Era um livro imenso, com mais de 10.000 variedades, com a descrição dos cachos, das bagas, das folhas e até algumas pranchas com os formatos das folhas. Vamos imaginar que o agricultor que planta uvas em sua propriedade resolveu comprar esse catálogo para conhecer as variedades que ele tem. Ele começa a procurar no catálogo e encontra: aqui ele tem uma uva Itália, boa para comer; ali ele tem uma Cabernet Sauvignon, ótima para fazer vinhos; aquela outra, uma Merlot; e por aí vai... Até ele se deparar com uma variedade, lá no meio das plantações, que ele não consegue encontrar no catálogo. Ele folheia o livro todo, com atenção, mas não tem jeito, ele não encontra aquela variedade de jeito nenhum. Qual é a conclusão a que ele chega? Obviamente, aquela videira que ele plantou e cujas uvas ele já comeu várias vezes... não existe!
É óbvio que essa conclusão é absurda. Ninguém jamais pensaria nisso. Várias coisas podem ter acontecido aí: pode ser que o catalogador das uvas, por descuido ou desconhecimento, tenha deixado passar aquela variedade; pode ser que a variedade tenha surgido depois da publicação do catálogo (variedades de uvas surgem com relativa facilidade); pode ser que o catalogador não tenha gostado daquela variedade e não quis incluir na obra; ou qualquer outra explicação, menos que a uva não existe.
Ora, por que com as palavras tem que ser diferente? Se a pessoa pronunciou a palavra, se ela entende o seu significado e a usa normalmente na fala, por que razão ela vai pensar que a palavra não existe? Você pode até dizer que fantasmas não existem, ou que Deus não existe, sei lá, porque são entidades imateriais, e tal. Mas uma palavra pode ser pronunciada, gravada, escrita, e o que mais você quiser fazer com ela; ainda assim você vai dizer que ela não existe?
Do mesmo jeito que pode acontecer com as uvas, os autores dos dicionários podem simplesmente ter deixado passar uma palavra, por desconhecimento; ou a palavra pode ter sido inventada depois da publicação do dicionário. Talvez você mesmo/a a tenha inventado. Afinal, se nós queremos exprimir uma idéia e não temos uma palavra adequada para tanto, basta inventar uma, é muito fácil, qualquer criança sabe fazer isso. Agora, dizer que uma palavra totalmente pronunciável e compreensível não existe só porque não está impressa num livrão de 800 páginas, aí é que não dá...
Outro dia eu vi um catálogo de variedades de uvas. Era um livro imenso, com mais de 10.000 variedades, com a descrição dos cachos, das bagas, das folhas e até algumas pranchas com os formatos das folhas. Vamos imaginar que o agricultor que planta uvas em sua propriedade resolveu comprar esse catálogo para conhecer as variedades que ele tem. Ele começa a procurar no catálogo e encontra: aqui ele tem uma uva Itália, boa para comer; ali ele tem uma Cabernet Sauvignon, ótima para fazer vinhos; aquela outra, uma Merlot; e por aí vai... Até ele se deparar com uma variedade, lá no meio das plantações, que ele não consegue encontrar no catálogo. Ele folheia o livro todo, com atenção, mas não tem jeito, ele não encontra aquela variedade de jeito nenhum. Qual é a conclusão a que ele chega? Obviamente, aquela videira que ele plantou e cujas uvas ele já comeu várias vezes... não existe!
É óbvio que essa conclusão é absurda. Ninguém jamais pensaria nisso. Várias coisas podem ter acontecido aí: pode ser que o catalogador das uvas, por descuido ou desconhecimento, tenha deixado passar aquela variedade; pode ser que a variedade tenha surgido depois da publicação do catálogo (variedades de uvas surgem com relativa facilidade); pode ser que o catalogador não tenha gostado daquela variedade e não quis incluir na obra; ou qualquer outra explicação, menos que a uva não existe.
Ora, por que com as palavras tem que ser diferente? Se a pessoa pronunciou a palavra, se ela entende o seu significado e a usa normalmente na fala, por que razão ela vai pensar que a palavra não existe? Você pode até dizer que fantasmas não existem, ou que Deus não existe, sei lá, porque são entidades imateriais, e tal. Mas uma palavra pode ser pronunciada, gravada, escrita, e o que mais você quiser fazer com ela; ainda assim você vai dizer que ela não existe?
Do mesmo jeito que pode acontecer com as uvas, os autores dos dicionários podem simplesmente ter deixado passar uma palavra, por desconhecimento; ou a palavra pode ter sido inventada depois da publicação do dicionário. Talvez você mesmo/a a tenha inventado. Afinal, se nós queremos exprimir uma idéia e não temos uma palavra adequada para tanto, basta inventar uma, é muito fácil, qualquer criança sabe fazer isso. Agora, dizer que uma palavra totalmente pronunciável e compreensível não existe só porque não está impressa num livrão de 800 páginas, aí é que não dá...
domingo, 26 de dezembro de 2010
Cantiga para não morrer
Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
Dicionário de Português - novas entradas
Última atualização do dicionário de língua portuguesa
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Tripulante: Especialista em salto triplo
Assaltante: Um 'A' que salta
Detergente: Acto ou efeito de prender pessoas Vidente: Aquilo que o dentista diz ao paciente Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Tripulante: Especialista em salto triplo
Assaltante: Um 'A' que salta
Detergente: Acto ou efeito de prender pessoas Vidente: Aquilo que o dentista diz ao paciente Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão
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